Quando um nó atou minha garganta
E, uma angústia abraçou o meu peito,
Eu chorei ajoelhado num leito
Feito de tudo quanto é mais sagrado!
Sangrava os olhos, mas não era vermelho...
Eu sentia dor, mas não era na carne...
Eu lavava a face, mas não limpava nada!
Foi numa tarde; todos disseram:
-Adeus!
Enquanto eu perguntava:
-Oh Deus, por quê?
Publicado no Recanto das Letras em 19/09/2009
Eu chorei ajoelhado num leito
Feito de tudo quanto é mais sagrado!
Sangrava os olhos, mas não era vermelho...
Eu sentia dor, mas não era na carne...
Eu lavava a face, mas não limpava nada!
Foi numa tarde; todos disseram:
-Adeus!
Enquanto eu perguntava:
-Oh Deus, por quê?
Publicado no Recanto das Letras em 19/09/2009
Pergentino Júnior
Olá, este é meu primeiro comentário em seu blog... Lidar com perdas sempre foi, é e será uma das experiências mais dolorosas para qualquer ser humano. Poucos ou nenhum de nós estão realmente preparados para lidar com as mesmas. Abraço fraterno, cuide-se bem.
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